terça-feira, 15 de junho de 2010
Igreja lembra Dia da Beata Albertina com missa
Pelo calendário litúrgico da igreja católica, 15 de junho é dia da Beata Albertina Berkenbrock. Aos 12 anos de idade, no dia 15 de junho de 1931, ela foi assassinada, na localidade de São Luiz, em Imaruí, onde morava com a familia.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
ESCOLA DE TAQUARAÇUTUBA NA ÉPOCA DAS FORTES CHUVAS


Quem lembra desse triste episódio? A escola foi atingida e tudo foi perdido na época. Todos juntos, a comunidade, a administração, professores e até mesmo os alunos tentaram resgatar alguma coisa, mas infelizmente, quase nada foi recuperado. Mas a comunidade se uniu, reinvindicou e uma nova construção foi feita, uma nova escola. E hoje o atual prefeito fecha essa e muitas outras escolas.
domingo, 13 de junho de 2010
A NUCLEAÇÃO E O PROBLEMA PARA AS ESCOLAS DO CENTRO DA CIDADE
A E.E.B.M. Prefeito Portinho Bittencourt não está preparada para receber o número de alunos que o prefeito pretende trazer das escolas do interior. As salas de aula não comportam o número de alunos, considerando que para ensino fundamental o espaço a ser destinado é de 1,33 m2/aluno. Os pais e professores precisam ficar atentos a esse fato, pois a desativação das escolas do interior não apresenta uma ameaça apenas para eles, mas representa também uma grande ameaça para as turmas já constituídas no centro da cidade.
O prefeito vai levar a Educação Infantil para o prédio do Carlos Gomes, e o Ensino Fundamental para o prédio da escola Portinho Bittencourt, por entender que as crianças menores não devem brincar juntas com as crianças maiores. Mas vai colocar todas num mesmo ônibus e trazer do interior para o centro da cidade.
Tudo isso sem fazer uma reunião com os pais, professores, APPs, Conselho de Educação, Conselho do FUNDEB. Sem fazer melhorias nas escolas, sendo que a Escola Portinho Bittencourt está sob investigação do Ministério Público Federal por irregularidades na obra.
A discussão é ampla e merece especial atenção e a participação de toda comunidade escolar para definição de padrões, pois é fato que a quantidade de alunos a mais em uma sala de aula causa impacto direto no ensino e aprendizagem.
A falta de planejamento é a marca dessa administração.
A NUCLEAÇÃO DAS ESCOLAS DE IMARUÍ E A LIÇÃO DO RATO
Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há ratoeira na casa, ratoeira na casa !!
A galinha:
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há ratoeira na casa, ratoeira na casa !!
A galinha:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e:
- Há ratoeira na casa, ratoeira !
- Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se à vaca e:
- Há ratoeira na casa,
- O que ? Ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.
- Há ratoeira na casa,
- O que ? Ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.
Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não percebeu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital.
Ela voltou com febre.
Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
Moral da História:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco.
O problema de um pode ser o problema de todos!
O problema de um pode ser o problema de todos!
sexta-feira, 11 de junho de 2010
POLÊMICA SOBRE A NUCLEAÇÃO DE ESCOLAS EM IMARUÍ
Na quinta-feira, 09 de junho o prefeito fez uma reunião para tratar de assuntos referentes a nucleação das escolas municipais e de forma deselegante, desrespeitosa, demonstrando falta de preparo para o cargo que exerce, deixa de convidar o presidente da Cãmara de Vereadores, Pedro Raimundo Sobrinho e os três veradores de oposição, Vanderlei Cunha, Regiane Damas e Elina Vieira Roussenq. Mas sabendo da reunião nos fizemos presentes para ouvir o que ele tinha para falar.
Não convidou o CDL, não convidou o Hotary Club, não convidou representantes de APPs, enfim,
Não convidou o CDL, não convidou o Hotary Club, não convidou representantes de APPs, enfim,
escolheu algumas pessoas para estar presente e poder dizer aquilo que ele queria que fosse dito. Minha opinião não mudou em nada. Tudo que foi falado ali, e que foi plantado por eles não me conveceu. Querem economizar na educação, sem planejamento, sem democracia, sem visão. É uma nucleação imposta pela administração.
Como pensar em qualidade da educação se não prepapararam as escolas para receber os alunos, se hoje os alunos estão ficando sem aula por falta de transporte, por problemas nas estradas? Como pensar em qualidade se não existe um projeto se não ouviram as comunidades, se não discutiram e mostraram aos pais que essa é a melhor opção. Como falar em educação de qualidade se querem trazer alunos do Rio D'Una para o centro da cidade? Como pensar em qualidade da educação se o prefeito quer fechar escolas para colocar "fábrica de bolacha" nas escolas? E a Lei? Não vai ser respeitada?
Hoje existem funcionários que recebem pela educação prestando serviços no prédio da prefeitura, na Secretaria de Promoção Social, etc. Existem professores do estado recebendo gratificação com recusrsos da educação, de forma irregular. Existem funcionários contratados com um bom salário somente para fazer xerox. Tem muita coisa errada, que precisaria ser revista antes de fazer essa nucleação.
Aos pais do Vale do Rio D'Una meu conselho é que façam a matrícula na E.E.B. Eulina Heleodoro Barreto, o mesmo digo aos alunos do Cangueri de Fora. Aos alunos de Aratingaúba, oriento que façam a matrícula na E.E.B. Luiz Félix, não tem cabimento um aluno embarcar num ônibus, passar na frente de uma escola e viajar mais uns bons quilômetros para chegar até uma escola do município que está sendo investigada pelo Ministério Público Federal por irregularidades na obra.
As comunidades, pais, alunos, professores, estão sentindo-se ameaçadas, no entando, o prefeito e a Secretária de Educação nem se quer fizeram reuniões nas comunidades, não conversaram com os professores.
As comunidades, pais, alunos, professores, estão sentindo-se ameaçadas, no entando, o prefeito e a Secretária de Educação nem se quer fizeram reuniões nas comunidades, não conversaram com os professores.
Esse é o prefeito que o povo elegeu para governar Imaruí, despreparado, autoritário, e o que é pior. não conhece o sentido da palavra "democracia". Demite mais de 70 professores da noite para o dia, sem qualquer planejamento, e ainda fala mal dos professores efetivos. Não está preocupado, tem seu salário, sua esposa tem o salário de Secretária, seu cunhado também é secretário, sua sobrinha é Assessora Jurídica, ninguém vai perder o cargo. E o povo? Esse paga a conta. 4 (quatro) ANOS É MUITO TEMPO!!!!!
Onde vamos parar? Nota 0 para a postura do prefeito e da Secretária de Educação, diante de uma ação que envolve muitas famílias e a sociedade do nosso município.
terça-feira, 8 de junho de 2010
O QUE COMPETE AO CONSELHO MUNICAL DE EDUCAÇÃO
Com os diversos segmentos da comunidade nele representados, o órgão pode ser o braço direito dos gestores municipais para a melhoria da qualidade do ensino.
(A Escola Larice Cavalcante Caldas foi transformada em Escola Básica com autorização do Conselho Municipal de Educação)
Os CMEs são fundamentais para a autonomia dos sistemas municipais. O município que tem Conselho de Educação que realmente faz o seu papel com seriedade consegue dirigir os rumos do ensino em suas escolas.
Ao ser instituído, o CME pode decidir sobre diversas matérias, desde autorizar o funcionamento de escolas e de cursos até propor normas pedagógicas e administrativas. O conselho necessita ter uma composição democrática: é preciso haver consenso antes de qualquer decisão, inclusive mantendo diálogo permanente com a secretaria, que vai, no final de tudo, homologar as propostas e colocá-las em prática. Dessa forma, devem fazer parte de qualquer CME representantes da própria Secretaria da Educação, dos professores, diretores e funcionários da rede municipal, da rede estadual e da particular, e do ensino superior (se houver). Dependendo da realidade local, ONGs, entidades religiosas e associações empresariais podem participar. Essa pluralidade atende ao princípio da gestão democrática do ensino público, prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).
Na opinião de Arlindo Queiroz, conhecer os problemas da educação da cidade e a legislação sobre o tema é qualificação importante do conselheiro, mas não tanto quanto ser representativo do segmento que o elegeu: "Cada um deve ser porta-voz de sua categoria e manter contato permanente com ela, para debater as questões antes de defendê-las nas reuniões plenárias", diz. Nadir Nascimento, professora do Ensino Fundamental de Cajamar, representa os docentes no CME da cidade. Eleita com cerca de 50% dos votos, ela assumiu o cargo em abril: "O mais difícil é conhecer as leis. Mas é muito gratificante participar das decisões", afirma ela. Nesse momento ela estuda a minuta que define o plano de carreira para o magistério municipal.
AS FUNÇÕES DO COLEGIADO
Aqui, alguns exemplos das funções.
Consultiva - Responder a consultas sobre leis educacionais e suas aplicações, submetidas a ele por entidades da sociedade pública ou civil (Secretaria Municipal da Educação, escolas, universidades, sindicatos, Câmara Municipal, Ministério Público), cidadãos ou grupos de cidadãos.
Propositiva - Sugerir políticas de educação, sistemas de avaliação institucional, medidas para melhoria de fluxo e de rendimento escolar e propor cursos de capacitação para professores.
Mobilizadora - Estimular a participação da sociedade no acompanhamento dos serviços educacionais; informá-la sobre as questões educacionais do município; tornar-se um espaço de reunião dos esforços do executivo e da comunidade para melhoria da educação; promover evento educacional para definir ou avaliar o PME; e realizar reuniões sistemáticas com os segmentos representados no CME.
Deliberativa - É desempenhada somente em relação a assuntos sobre os quais tenha poder de decisão. Essas atribuições deverão ser definidas na lei que cria o conselho, que pode, por exemplo, aprovar regimentos e estatutos; credenciar escolas e autorizar cursos, séries ou ciclos; e deliberar sobre os currículos propostos pela secretaria.
Normativa - Só é exercida quando o CME for, por determinação da lei que o criou, o órgão normativo do sistema de ensino municipal. Ele pode assim elaborar normas complementares em relação às diretrizes para regimentos escolares; autorizar o funcionamento de estabelecimentos de Educação Infantil; determinar critérios para acolhimento de alunos sem escolaridade; e interpretar a legislação e as normas educacionais.
Fiscalizadora - Promover sindicâncias; aplicar sanções a pessoas físicas ou jurídicas que não cumprem leis ou normas; solicitar esclarecimento dos responsáveis ao constatar irregularidades e denunciá-las aos órgãos competentes, como o Ministério Público, o Tribunal de Contas e a Câmara de Vereadores.
Mobilizadora - Estimular a participação da sociedade no acompanhamento dos serviços educacionais; informá-la sobre as questões educacionais do município; tornar-se um espaço de reunião dos esforços do executivo e da comunidade para melhoria da educação; promover evento educacional para definir ou avaliar o PME; e realizar reuniões sistemáticas com os segmentos representados no CME.
Deliberativa - É desempenhada somente em relação a assuntos sobre os quais tenha poder de decisão. Essas atribuições deverão ser definidas na lei que cria o conselho, que pode, por exemplo, aprovar regimentos e estatutos; credenciar escolas e autorizar cursos, séries ou ciclos; e deliberar sobre os currículos propostos pela secretaria.
Normativa - Só é exercida quando o CME for, por determinação da lei que o criou, o órgão normativo do sistema de ensino municipal. Ele pode assim elaborar normas complementares em relação às diretrizes para regimentos escolares; autorizar o funcionamento de estabelecimentos de Educação Infantil; determinar critérios para acolhimento de alunos sem escolaridade; e interpretar a legislação e as normas educacionais.
Fiscalizadora - Promover sindicâncias; aplicar sanções a pessoas físicas ou jurídicas que não cumprem leis ou normas; solicitar esclarecimento dos responsáveis ao constatar irregularidades e denunciá-las aos órgãos competentes, como o Ministério Público, o Tribunal de Contas e a Câmara de Vereadores.
Fonte: Revista Nova Escola - Gestão Escolar
MEMBROS DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO IMARUÍ
De acordo com o Decreto GP N° 063, de 04 de maio de 2009
Eraldo José Raimundo – Representando a Secretaria da Educação
Gilson Manoel da Rosa – Representando a Câmara de Vereadores
Adélia Maria Moretti Bossle – Representante do Magistério Municipal
Sérgio Luiz Albino – Representante das APPs da Rede Municipal
Rosângela Rodrigues Vicentin – Representante dos Diretores de Escola da Rede Municipal
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